Wicked, a história não contada das bruxas de Oz
24/11/2008
 
Musical da Broadway adaptado pelo projeto da Escola de Aplicação da UFPA "Língua e Cultura Inglesa Através do Teatro" O Projeto da Escola de Aplicação da UFPA, "Língua e Cultura Inglesa Através do Teatro" encena mias uma peça: Wicked, a história não contada das bruxas de Oz. Nos dias 24 e 25 de novembro e 1 e 2 de dezembro, no Teatro Gabriel Hermes (SESI). Coordenado pela professora de inglês Cleuma Nascimento, o projeto visa incentivar o interesse por várias formas de expressão e comunicação, permitindo que as comunidades locais tenham acesso a outras formas de cultura, em especial a inglesa, tão importante nos dias atuais. O objetivo é proporcionar aos participantes e ao público em geral o acesso à cultura através do teatro, de modo que se relacionem com a língua materna e estrangeira. Assim, estimulando a cooperação, a responsabilidade e comunicação e o sentimento de equipe para a melhoria das relações sociais. O espetáculo Wicked, a história não contada das bruxas de Oz, é uma versão inédita no Brasil do musical da Broadway Wicked. Mesmo os que já conhecem a história da Dorothy e Totó não imaginavam os segredos revelados no musical. Quem nunca se perguntou sobre a origem do Espantalho, do Homem de Lata e do Leão Covarde? Quem diria que Glinda, a Bruxa Boa do Norte, era amiga da Bruxa Má do Oeste? E alguém sabe o porquê dela ser tão má? A adaptação, encenada por um talentoso grupo de alunos, terá texto em português e em inglês, combinando música, dança e visual empolgante. O musical, além de entretenimento, chama a atenção para o respeito às diferenças e conquista de valores humanos. SERVIÇO: Evento: apresentação da peça Wicked, a história não contada das bruxas de Oz Datas: 24 e 25 de novembro e 1º e 2 de dezembro de 2008 Horário: 19h Local: Teatro Gabriel Hermes – SESI Investimento: R$20 (inteira) R$10 (meia) Ingressos antecipados: R$15 (até dia 21/11) Mais informações: 8123.7824 http://www.wickedbelem.blogspot.com Texto: Carla Dias – Assessoria de Comunicação da Escola de Aplicação da UFPA
  Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional
 

 NOTA OFICIAL DO REITOR À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA
24/11/2008
 
Mais uma vez, como tantas no passado e mais recentemente nas últimas semanas, o Jornal O Liberal tem divulgado notas contra o atual Reitor da UFPA absolutamente infundadas, desprovidas do mínimo critério de seriedade e de ética. Foi o caso, por exemplo, da nota caluniosa referente a um suposto favorecimento na seleção de candidatos ao Mestrado em Ciência Política da UFPA (Repórter 70, edição de 18/11/08) ou de outra nota sobre uma exoneração fictícia de um jornalista que estaria coordenando (o que não é verdade) a campanha da chapa da atual vice-reitora (Repórter 70, edição de 23/11/08). Portanto, o jornal se isenta de valores que deveriam alicerçar, como fundamento inegociável, todo jornalismo pretensamente profissional e de qualidade, que tenha por escopo o respeito da população, pela transparência da informação e da notícia, e não o temor dos leitores, pela opacidade da ameaça e da chantagem. Diretamente interessado nos resultados eleitorais da UFPA, por vínculos sobejamente conhecidos e motivações suspeitas, o citado veículo de comunicação novamente não mede conseqüências em mentir e caluniar despudoradamente, veiculando inverdades com incomparável desfaçatez, num desrespeito não tanto à pessoa física do reitor e de seus colaboradores, mas à própria instituição universitária e à sua autonomia constitucional, matéria que, por desvio de caráter, parece definitivamente desconhecer e menosprezar. O mínimo que se espera de um jornalismo de respeito é a fundamentação da notícia e o lastro, testado, da informação. Não é o caso. Há muito, infelizmente, O Liberal se afastou desse caminho e, não por menos, segue, notoriamente, um destino tortuoso e descendente. Pela mentira, macula o instituto democrático da liberdade de imprensa; pela irresponsabilidade, vilipendia os princípios mais nobres da cidadania e da república. Ao que tudo indica, pela repetição sistemática das maledicências - desde que o processo eleitoral na UFPA foi deflagrado -, não será surpresa se, nos próximos dias, com o objetivo de iludir e confundir os seus leitores mais desavisados, novas investidas imorais contra a verdade dos fatos e a honra das pessoas envolvidas na campanha à reitoria ganharem destaque nas páginas fraudulentas desse jornal, já devidamente avaliado pelo IVC, numa reedição das velhas e obscurantistas táticas totalitárias e terroristas do passado, de sobrevivência obsoleta, revestida de mediocridade. A disputa à reitoria de uma universidade pública exige, de seus pleiteantes, magnanimidade de espírito e retidão de propósitos. A utilização criminosa de veículos de comunicação para a disseminação da farsa apenas atesta a falta de estatura moral e política de seus arautos. A universidade, como instituição, é maior do que seus membros. Por isso deve ser respeitada e honrada, acima de tudo, pelos aspirantes à sua direção. Educação superior exige, de seus representantes, coerência de postura e referência ética. Não há magnificência possível fora dessa moldura.
  Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional
 

 Exposição reúne fotografias históricas da trajetória da dança no Estado
17/11/2008
 
Um convite ao olhar do outro para uma sensível contradança. Assim é a exposição "Trilhas da Dança", que o Instituto de Artes do Pará (IAP) apresenta até o dia 28, com entrada franca. A exposição reúne imagens de ensaios e espetáculos de diversas companhias de dança que protagonizaram um verdadeiro movimento transgressor dessa linguagem artística no Pará. "Esta exposição é parte de um movimento artístico imprescindível para compreendermos a dança produzida na atualidade, através de um gesto nascido como pulsão de vida dessas mulheres dançarinas do seu tempo e coreógrafas de suas próprias transgressões, sempre sob o signo do feminino", diz Miguel Santa Brígida no material de apresentação do evento. Para ele, essas transgressões "deslocaram a dança para um outro tempo-espaço, corpo-pensamento, ensinar-aprender, pesquisar-desvendar, dançar-coreografar". "Suas criações tiraram a dança dos teatros, das casas de espetáculos tradicionais e foram para as ruas, praças, igrejas, porões, galpões, entre outros não-lugares", complementa. De acordo com Giselle Moreira, responsável pela pesquisa que resultou na exposição, "os transgressores exerceram o papel de vanguarda, abrindo sulcos e fendas para cultivar o território de potência no qual atuaram". "Eles romperam caminhos, atravessaram por entre todas as danças que haviam aprendido e apreendido ao longo de suas formações e foram além de todas elas, exercendo o pioneirismo sob medida, ao alcance de cada um deles". Segundo a pesquisadora, a possibilidade de uma "nova linguagem" se deu através das criações coreográficas isoladas do Grupo Coreográfico da Universidade, na década de 70, sob direção de Marbo Giananccinni e Eni Corrêa. A evidência desse processo pôde ser vista no espetáculo "Tempo das Pedras", de Teka Sallé, em 1980, década que abrigou diversos espetáculos encenados pelos dois grupos. "Já a solidificação do movimento se deu com o espetáculo `Réquiem' (1990), encenado pelo Grupo Encarte, de Marilene Melo, e coreografado por Ricardo Risuenho, bailarino e coreógrafo deste grupo naquela época". A exposição "Trilhas da Dança" tem curadoria de Ana Cláudia Costa, gerente técnica da Gerência de Artes Cênicas e Musicais do IAP, Ana Flávia Mendes, Giselle Moreira e Waldete Brito. TRAJETÓRIAS - Na década de 70, o Grupo Coreográfico da Universidade, sob a direção e criação de Marbo Giananccinni e Eni Corrêa, estabeleceu princípios experimentais de dança do "Movimento Transgressor" em trabalhos coreográficos isolados, proporcionando às gerações de bailarinos, coreógrafos e grupos de danças novos caminhos de possibilidades e experimentações criativas expressando, através do movimento, a verdade e a natureza humana. "Este grupo operou em uma espécie de fronteira, num fluxo de mutação, definindo se como zona de potência", explica Giselle Moreira. Vinte anos depois, o Grupo Encarte, sob direção de Marilene Melo, consolidou a efervescência do "Movimento Transgressor" com o espetáculo "Réquiem" (1990), coreografado por Ricardo Risuenho, que tinha como prioridade levar à cena a expressão de sentimentos e emoções. Criada em 1998, a Cia. Experimental de Dança Waldete Brito é um núcleo de pesquisa em dança contemporânea que tem como principal método de criação a técnica da improvisação como o caminho para a descoberta de diferentes modos de pensar o corpo na cena contemporânea. Dois anos depois surgiu o Grupo de Dança Roda Pará, também sob a direção de Marilene Melo, que trilhou o caminho da pesquisa, tendo como referencial o corpo contemporâneo livre de preconceitos técnicos e estéticos, universalisando por meio da cena a particularidade de corpos com ou sem deficiência. Fundada em 2002, a Cia Moderno de Dança reúne antigos alunos do Colégio Moderno e é dedicada à pesquisa de linguagem em dança contemporânea, localizando-se na fronteira entre os territórios amador e profissional. Destaca-se no cenário artístico de nível local e nacional por meio de seu repertório cênico, com ênfase para o espetáculo "Avesso". A Cia. é dirigida por Ana Flávia Mendes, que segue como uma linha de ramificação do Movimento Transgressor. Serviço: Exposição fotográfica "Trilhas da Dança". Até dia 28, na Varanda do Instituto de Artes do Pará (IAP ­ Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica). Entrada franca. Informações: 4006-4006-2915.
  Fonte: www.diariodopara.com.br
 

 UFPA promove diálogos sobre Ciências Criminais
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Cientistas do Brasil e do exterior debaterão temas como Direito Penal, Criminologia, Política Criminal e outros Verificar novos rumos e soluções para a área do Direito Penal e Constitucional. Esse é o principal objetivo do 3º Encontro da Cátedra Luso-Amazônica: Diálogos sobre as Ciências Criminais, realizado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Programa de Pós Graduação em Direito (PPGD), da Casa de Estudos Luso-Amazônicos (CELA) e da Turma de Graduação em Direito 030/2007. O evento acontecerá no período de 13 a 15 de maio em Belém. De acordo com a professora Maria de Nazaré Paes de Carvalho, coordenadora da CELA, ligada à Assessoria de Relações Nacionais e Internacionais da UFPA, o Encontro proporcionará contribuições importantes aos participantes. “O evento vai elevar o nível de conhecimento sobre as Ciências Criminais dos estudantes e profissionais que estiverem participando, além de propagandear o nome da UFPA”, garante. A programação contará com a presença de vários palestrantes importantes que atuam na área criminal em diversas partes do mundo, como o professor dr. Jorge de Figueiredo Dias (Universidade de Coimbra), que fará a conferência de abertura; Aury Lopes Júnior, doutor em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, advogado e professor da PUC-RS e a ministra do Superior Tribunal de Justiça, Maria Thereza Rocha de Assis Moura, que é também professora doutora em Direito da USP. Os temas discutidos serão: Problemas dogmáticos do sistema do Direito Penal moderno; Direito Penal para a próxima década; A oralidade no processo penal brasileiro; Cidadania global e a progressão de regime de cumprimento de pena para o estrangeiro; Direito Processual Penal e sua conformidade constitucional; Culpabilidade e interpretação no Direito Penal, entre outros. As inscrições custam R$ 50 para estudantes que desejam participar apenas nos dias 14 e 15, R$ 70 para aqueles que queiram se inscrever em todos os dias do evento e R$ 100 para profissionais. As vagas são limitadas, para o dia 13, aos 150 primeiros inscritos. Para ver a programação completa do evento, clique aqui. Serviços: 3º Encontro da Cátedra Luso-Amazônica: Diálogos sobre as Ciências Criminais Dias: 13 a 15/05/2009 Inscrições: R$ 50 (estudantes, sem participação no dia 13); R$ 70 (estudantes, com participação em todos os dias) e R$ 100 (profissionais) Locais: Centro de Convenções do Edifício Metropolitan Tower (13/05) e Computer Hall da Antônio Barreto (14 e 15/05) Mais informações: 3229 4480
  Fonte: Tatiara Ferranti
 

 

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